Ontem fomos assistir “An evening with Stephen Hawking” no Opera House, palestra curta do professor Hawking sobre sua vida e obra, organizada pela Universidade de New South Wales (UNSW).

Achei a palestra muito curta, apenas quarenta minutos. Queria ter ouvido muito mais, mas no fundo não era isso que importava.

O simples fato dele, um portador de ALS, aparecer como um holograma do palco do Sydney Opera House, endereçando um público de duas mil pessoas desde a universidade de Cambridge (Inglaterra), comunicando-se através de um software (EZ Keys da Words Plus) que o permite escolher caracteres em uma tela de tablet por um sensor infra-vermelho que detecta pequenas movimentações em sua face (mais especificamente bochecha direita), discutir tópicos como entropia de buraco negro e responder perguntas ao vivo do público presente, por si só, já é uma ode à ciência e tecnologia.

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